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Massa muscular como preditor de longevidade

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Não é para estar a bater mais no coitado do Índice de Massa Corporal como indicador do que quer que seja, mas como indicador de longevidade também não parece servir para nada. Sem surpresa claro, este foi o resultado de um estudo publicado recentemente no American Journal of Medicine [link]. Mas o que também não é surpresa, pelo menos para quem segue o blogue com alguma regularidade, é o indicador que se revelou: o Índice de Massa Muscular (massa muscular/altura^2).

De um modo geral, o IMC não é uma ferramenta útil para avaliar o estado de saúde de um idoso, nem de ninguém na verdade. É totalmente cego à composição corporal de um indivíduo. Mas numa faixa etária assolada por doenças altamente catabólicas, inflamatórias, e sarcopenia, a manutenção da massa magra é o privilégio de um envelhecimento saudável. A perda de massa muscular vem de mãos dadas à doença, mas também ao sedentarismo ou exercício físico desajustado a esse objectivo. Não é com cominadas que esperam consegui-lo… 

O músculo é o seguro de um metabolismo eficiente e saudável. Na verdade, é mais provável que de um modo geral a perda de massa muscular seja consequência da doença, do que o contrário. No entanto, já existem evidências interessantes acerca dos benefícios fisiológicos do músculo, como por exemplo na gestão da glicemia e prevenção de fracturas. Para mim é mais do que suficiente para afirmar que a preservação da massa magra deve ser central em qualquer programa de intervenção para idosos mais saudáveis.

Autor: Sérgio Veloso

Publicado em 1 Fevereiro, 2015 em Exercício, Metabolismo

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